segunda-feira, 11 de julho de 2011

tudo começa, tudo acaba

Mesmo sem palavras, gestos e carinhos, tu ainda atormentas a minha alma todas as noites que me deito sobre a almofada e tento dormir. Não sei como consegues atingir tantas coisas em mim, não sei como consegues atingir um sorriso meu, um carinho, e ainda me admiro mais como conseguiste que o meu coração fosse metade para ti e a outra metade esta quase caminhando para lá. Não me quero iludir, nem nunca gostei que me iludissem, a verdade é que sei quando as coisas estão acabadas e quando devemos partir e nunca mais olhar-mos para trás. Nunca escrevemos uma história de amor e nunca começamos uma, mas também o que sinto por ti não se chama amor, nem sequer anda lá perto, é uma coisa estranha, que não se explica mas que me consome a mim, ao meu cérebro e à minha cabeça a cada instante, e eu não sei que coisa é esta sequer, talvez seja um bichinho estranho, mas um bichinho que eu adoro tanto!

3 comentários:

Hapi disse...

Mesmo, tira-me do sério!

Mafalda disse...

Como eu percebo este texto...bem demais!

Ana Margarida disse...

Adoro *.*